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domingo, 19 de janeiro de 2014

Björk - Venus As A Boy





Quero compartilhar aqui o vídeo de uma de minhas cantoras prediletas: Björk! Para gostar de ler também adora musica! Um beijo a todos e bom domingo!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

 
Alma? Um romance sobre vampiros, lobisomens e sombrinhas (Soulless)
Gail Carriger
Editora Valentina

Em primeiro lugar, ela não tem alma. Em segundo, é solteirona e filha de um italiano, que, ainda por cima, está morto. Em terceiro, acaba sendo atacada sem a menor educação por um vampiro, o que foge a todas as regras de etiqueta.
 E agora? Pelo visto tudo vai de mal a pior, pois a srta. Tarabotti mata sem querer o vampíro - ocasião em que a Rainha Vitória envia o assustador Lorde Maccon (temperamental. bagunceiro, lindo de morrer e lobisomen) para investigar o ocorrido.
 Com vampiros inesperados aparecendo e os esperados desaparecendo, todos parecem achar que a srta. Tarabotti é a responsável. Será que ela conseguirá descobrir o que realmente está acontecendo na alta sociedade londrina? Será que seu dom de sem alma para anular poderes sobrenaturais acabará se revelando útil ou apenas constrangedor? No fim das contas, quem é o verdadeiro inimigo, e... será que vai ter torta de melado?


Sobre Gail Carriger:

http://gailcarriger.com/
http://gailcarriger.blogspot.com.br/
http://retrorack.blogspot.com.br/

Poderá gostar também de:

Metamorfose? - Um Romance Sobre Vampiros, Lobisomens e Dirigíveis

Editora Valentina

Alexia Tarabotti enfrenta uma série de atribulações sociais, quiproquós e saias justas (embora compridíssimas) em plena sociedade vitoriana. Alexia Maccon, a esposa do Conde de Woolsey, é arrancada do sono cedo demais, no meio da tarde, porque o marido, que deveria estar dormindo como qualquer lobisomem normal, está aos berros. Dali a pouco, ele desaperece – deixando a cargo dela um regimento de soldados sobrenaturais acampados no jardim, vários fantasmas exorcizados e uma Rainha Vitória indignada. Mas Lady Maccon conta com sua fiel sombrinha, seus artigos da última moda e seu arsenal de respostas mordazes. Mesmo quando suas investigações a levam à Escócia, o cafundó do Judas onde abundam abomináveis coletes, ela está preparada e acaba provocando uma verdadeira reviravolta na dinâmica da alcateia, como só uma preternatural é capaz de fazer. Talvez até encontre tempo para procurar seu imprevisível marido. Mas apenas se lhe der vontade.
Pré Venda:
 

Lua Negra Sobre Westminster 

Autor: Aaronovitch, Ben
Editora: Casa da Palavra
Categoria: Literatura Estrangeira / Ficção Cientifica

O bem-humorado mago Peter Grant, policial de casos sobrenaturais, está de volta para desvendar um mistério surpreendente.

Resenha: Dessa vez, Peter deve visitar boates clandestinas e shows de jazz em Westminster, uma região boêmia, para descobrir o enigma da morte repentina de um saxofonista – que é mais um caso entre vários nos arredores. O que seria rotina para qualquer policial de Londres, para um mago investigador é um turbilhão de informações e pistas. É o que os bruxos chamam de investigação criminal com vestigia, em que ambientes e pessoas de eventos passados deixam cheiros, músicas e sensações.
Ben Denis Aaronovitch
Com a ajuda do inspetor Nightingale e a equipe da perícia de Londres, Peter vai descobrir que a ameaça mágica ao mundo da música o leva direto ao próprio pai, um brilhante ex-saxofonista. Ao som da quase onipresente música jazz “Body and Soul”, Peter, ainda no começo de seu aprendizado de mago, vai descobrindo o terror e a sobrevida que o submundo de Londres esconde.
E a descoberta promete revelar segredos que o fazem desconfiar de sua motivação: a vingança.
Enigmas de Londres - Espíritos do Tâmisa
Autor: Aaronovitch, Ben; Aaronovitch, Ben
Editora: Casa da Palavra
Categoria: Literatura Estrangeira / Romance




Uma aventura incrível, para inglês ver. E morrer de medo.
O jovem policial Peter Grant está prestes a descobrir que quem manda de verdade em Londres não vive em palácios. Nem são humanos. Após investigar um crime em que a principal testemunha é um fantasma, Grant é transferido para uma unidade secreta da polícia londrina, onde aprende magia, feitiços e conhece seres que nunca imaginou encontrar em Londres.
Este é o primeiro livro da trilogia "Enigmas de Londres", onde acompanhamos o jovem detetive Peter Grant investigar o mundo oculto de Londres na unidade secreta da polícia londrina que trata de casos sobrenaturais e de magias. Aventuras com muito mistério, um pouco de humor e seres como trolls, vampiros, ninfas e muito mais.

"- Então magia é real - eu disse. - O que faz de você um... o quê? - Um mago. - Como Harry Potter? Nightingale suspirou. - Não, não como Harry Potter. - Em qual sentido? - Eu não sou um personagem de ficção - disse Nightingale. E se a magia fosse real? E mais: e se ela fosse controlada por um departamento de polícia e utilizada para proteger as pessoas de espíritos e entidades mal-intencionadas? Após descobrir que a única testemunha de um crime é na verdade um fantasma, Peter Grant torna-se aprendiz do enigmático inspetor Thomas Nightingale e logo aprende a controlar magias e feitiços que o ajudarão a resolver uma série de crimes. Através dos olhos cínicos e sarcásticos do detetive recém-admitido, somos introduzidos aos seres sobrenaturais que habitam as partes soturnas da cidade de Londres, assim como às regras do submundo de trolls que vivem embaixo de pontes, famílias de vampiros, ninfas dos rios e guardiões do Tâmisa. Com uma história repleta de mistério e humor, Espíritos do Tâmisa é uma fantasia urbana em que o leitor ficará preso até o último minuto. Peter Grant tinha tudo para ser apenas mais um jovem guarda da Polícia Metropolitana de Londres. Após um encontro inesperado com um fantasma, contudo, ele é recr utado para a unidade secreta que trata de casos relacionados à magia e ao sobrenatural, tor nando-se detetive e aprendiz do inspetor Nightingale, o último mago da Inglaterra. Sua primeira missão é descobrir quem é o espírito vingativo que anda transformando pessoas comuns em assassinos sanguinários. Com isso, aprende a usar magia, convive com grupos de vampiros e revira covas pela cidade. A lém, é claro, de negociar uma trégua entre deuses enfurecidos do rio Tâmisa. Com uma linguagem ágil e bem-humorada, Ben Aaronovitch narra a história de um detetive que achava o mundo normal, até conhecer o poder intenso e sobrenatural da magia por detrás do submundo de Londres. Aclamado por público e crítica em sua estreia como romancista, o autor foi indicado ao Galax"

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

 Queridos e queridas, estou bem feliz pelas visitinhas e por este meu projeto estar caminhando. Agradeço de coração a todos.
 Gostaria de convidá-los a ler o que EU escrevo. Sim! Porque aqui eu falo de outros escritores, famosos, atuais ou não. No entanto, eu também escrevo. Por favor, caso se interessem, eu escrevo para o Site Recanto das Letras. Lá vocês encontrarão contos, resenhas, poesia, crônicas, tudo de minha autoria. Eu ficaria honrada com sua visitinha!

 Obrigada por tudo!

Por favor, acessem:

Recanto das Letras

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Antoine de Saint-Exupéry

Saint-Exupéry
Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry (Lyon, 29 de junho de 1900 - Mar Mediterrâneo, 31 de julho de 1944) foi um escritor, ilustrador e piloto, terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe.

Biografia

Apaixonado desde a infância pela mecânica, começou por estudar no colégio jesuíta de Notre-Dame de Saint-Croix, em Mans, de 1909 a 1914. Neste ano da Primeira Guerra Mundial, juntamente com seu irmão François, transfere-se para o colégio dos Maristas, em Friburgo, na Suíça, onde permanece até 1917. Quatro anos mais tarde, em abril de 1921, Antoine inicia o serviço militar no 2º Regimento de Aviação de Estrasburgo, depois de reprovado nos exames para admissão da Escola Naval.

A 17 de junho, obtém em Rabat, para onde fora mandado, o brevê de piloto civil. No ano seguinte, 1922, já é piloto militar brevetado, com o posto de subtenente da reserva. Em 1926, recomendado por amigo, o Abade Sudour, é admitido na Sociedade Latécoère de Aviação (depois conhecida como Aéropostale), onde começa então sua carreira como piloto de linha, voando entre Toulouse, Casablanca e Dacar, na mesma equipa dos pioneiros Vacher, Mermoz, Guillaumet e outros. Foi por essa época, quando chefiou o posto de Cabo Juby,1 no sul de Marrocos e então uma colónia espanhola, que os mouros lhe deram o cognome de senhor das areias. Permaneceu 18 meses no Cabo Juby,[carece de fontes] durante os quais escreveu o romance Courrier sud ("Correio do Sul")1 e negociou com as tribos mouras insubmissas a libertação de pilotos que tinham sido detidos após acidentes ou aterragens forçadas.

Após seus quase 25 meses na América do Norte, Saint-Exupéry retornou à Europa para voar com as Forças Francesas Livres e lutar com os Aliados em um esquadrão do Mediterrâneo. Então com 43 anos, ele era mais velho que a maioria dos homens designados para funções, e sofria de dores, devido às suas muitas fraturas. Ele foi designado com um número de outros pilotos para pilotar aviões P-38 Lightning.

A última tarefa de Saint-Exupéry foi recolher informação sobre os movimentos de tropas alemãs em torno do Vale do Ródano antes da invasão aliada do sul da França ("Operação Dragão"). Na noite de 31 de julho de 1944, ele decolou de uma base aérea na Córsega e não retornou. Uma mulher relatou ter visto um acidente de avião em torno de meio-dia de 1 de agosto perto da Baía de Carqueiranne, Toulon. Um corpo não identificável ​​usando cores francesas foi encontrado vários dias depois a leste do arquipélago Frioul sul de Marselha e enterrado em Carqueiranne em setembro.

O alemão Horst Rippert assumiu ser o autor dos tiros responsáveis pela queda do avião e disse ter lamentado a morte de Saint-Exupéry.2 Em 3 de novembro, em homenagem póstuma, recebeu as maiores honras do exército. Em 2004, os destroços do avião que pilotava foram achados a poucos quilômetros da costa de Marselha. Seu corpo nunca foi encontrado.
O Pequeno Príncipe (Le Petit Prince)
 
Antoine de Saint-Exupéry
Editora Agir  

Agora em Pocket Ouro, pela Editora Nova Fronteira


  Quando eu era criança, minha professora passou tm trabalho que consistia em lermos o Pequeno Príncipe e dizer o que havia no sétimo planeta que ele visitou. Minha mãe não pôde comprar o livro, era muito caro para ela. Minha mãe sempre incentivou a leitura, comprava livros para mim mesmo antes de eu saber ler. Ela lia para mim e me ensinava sobre a vida. Mas nessa época o dinheiro andava curto. Essa foi a única vez que tirei nota vermelha. No entanto, jamais fiquei triste ou brava com ela porque eu sabia de suas dificuldades para me dar o melhor. E graças a ela, anos mais tarde, eu li O Pequeno Príncipe no original e soube que o sétimo planeta é a Terra.

  Eu não gosto de ler O Pequeno Príncipe. Não porque seja um livro ruim. Não, nada disso! É um livro maravilhoso! Não gosto de ler porque me emociona, me faz repensar minha vida, me faz refletir em quem sou e o que faço pela humanidade. Não gosto de ler, mas mesmo assim o faço porque minha alma precisa dessas palavras limpas, dessa enternecedora inocência que o autor consegue nos passar. Ele nos atinge bem naquele cantinho onde a sensibilidade, acuada pela frieza dos dias atuais, se esconde.
O Pequeno Príncipe, ao meu ver, não é um livro para crianças; é um livro para adultos e esses adultos devem ler junto com  as crianças para que possam explicar o seu significado: precisamos reensinar as crianças de nossos tempos valores como a amizade, o autruísmo, a bondade e, principalmente, o amor. 
 Como muitos, me emociono com a fala da raposa. Claro! O essencial é invisível aos olhos, né? Ela mostra o que uma verdadeira amizade e amor são capazes de fazer: tornar uma pessoa em única no mundo!
 O principezinho fala de vaidade, de tolices, de vício, de indiferença. 
 É uma narrativa comovente e elucidatória. 
 Não, eu não gosto de ler O Pequeno Príncipe, mas sinto que me torno uma pessoa melhor quando o faço, afinal, valçe a pena recuperar um pouco da inocência, mesmo que seja por alguns minutos.
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